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As micro e pequenas empresas mantiveram a liderança isolada na criação de postos de trabalho em todo o território nacional. Elas foram responsáveis por quase seis em cada dez vagas formais abertas ao longo do primeiro semestre de 2026.
Segundo um levantamento do Sebrae com dados do Caged, o segmento gerou 543,5 mil novos empregos entre janeiro e junho. Esse volume expressivo se destaca dentro do total de 921,6 mil postos abertos no país.
A participação proporcional desses empreendimentos se mantém dominante na economia brasileira. O setor demonstra força contínua e garante estabilidade para milhares de trabalhadores em diversas regiões.
Desempenho no mês de junho e impacto econômico
No mês de junho, o saldo das micro e pequenas empresas somou 84,8 mil novos postos com carteira assinada. Esse número representou 58% de todas as oportunidades abertas durante esse mês específico.
O desempenho do segmento superou em mais de 80% o resultado conquistado pelas médias e grandes empresas. No mesmo período, as companhias de maior porte registraram um saldo de 46,3 mil vagas.
O presidente do Sebrae, Rodrigo Soares, destacou que essa constância transforma os pequenos negócios em uma política pública de desenvolvimento. A instituição atua com crédito assistido e ferramentas de gestão para garantir a longevidade dessas empresas.
Dados de geração de empregos no primeiro semestre de 2026
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Vagas criadas por micro e pequenas empresas de janeiro a junho: 543,5 mil
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Total de empregos formais gerados no Brasil no período: 921,6 mil
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Saldo de vagas das micro e pequenas empresas em junho: 84,8 mil
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Saldo de vagas das médias e grandes empresas em junho: 46,3 mil
Setores econômicos em destaque
O segmento de Serviços continuou puxando a criação de oportunidades de trabalho no topo do ranking nacional. Esse setor foi o responsável direto por abrir 42 mil novas vagas apenas durante o mês de junho.
Logo em seguida surgem os setores de Comércio e Construção Civil com desempenhos bastante equivalentes. Cada um desses dois segmentos gerou aproximadamente 16 mil empregos formais no mesmo mês.
A diversificação dessas contratações ajuda a movimentar a economia local em diferentes municípios. O avanço desses setores garante ocupação rápida e gera renda direta para a população urbana.
Vagas abertas por setor em junho de 2026
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Setor de Serviços: 42 mil novos empregos
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Setor de Comércio: aproximadamente 16 mil novos empregos
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Setor de Construção: aproximadamente 16 mil novos empregos
Retração na taxa de desemprego nacional
A força das contratações refletiu diretamente nos indicadores apurados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. A Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios mostrou uma redução consistente na taxa de desocupação no país.
O índice do trimestre móvel encerrado em junho de 2026 recuou para a marca de 5,4%. Esse resultado mostra uma evolução positiva quando comparado ao trimestre encerrado em março, quando a taxa estava em 6,1%.
A evolução também é visível na comparação anual com o mesmo período do ano passado. A desocupação caiu 0,4 ponto percentual em relação aos 5,8% registrados anteriormente, consolidando a recuperação do mercado de trabalho.